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28/09/2017 07h09 - Atualizado em 28/09/2017 08h10

Indústria de MT tem alta na produção

Assessoria de Imprensa do Sistema FIEMT


A produção da indústria mato-grossense teve alta de 4,9 pontos em agosto ao atingir 56,2 pontos na Sondagem Industrial, divulgada nesta quarta-feira (27/09) pela Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt). Os dados demonstram que a produção estadual está acima da nacional, que obteve em 54,8 pontos no mês.

 

A pesquisa é realizada mensalmente pela Federação, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Há retração quando o número é inferior a 50 pontos, acima indica expansão.

 

Segundo os dados da Sondagem, os estoques finais caíram 3,2 pontos em agosto após registrar por três meses consecutivos 53 pontos. Já o estoque planejado marcou 48,9 pontos “mostrando controle do planejamento por parte das empresas”, aponta o estudo.

 

O número de empregados voltou a ficar abaixo da linha divisória ao atingir 49,5 pontos. As médias e grandes empresas foram responsáveis por essa queda, ao variarem um ponto na escala e registrarem 50 pontos. “Já a pequena empresa obteve aumento de 0,8, recuperando os 48,8 pontos alcançados em junho.”

 

Expectativas - Para os próximos seis meses, a expectativa de demanda do industrial de Mato Grosso indica confiança ao registrar 53,9 pontos. Com 51,4 pontos, a compra de matéria-prima também aponta aumento da produção e confiança dos empresários ao ficar acima da linha divisória de 50 pontos.

 

Já a expectativa para o número de empregados teve uma queda de 0,8 pontos em relação ao mês anterior, totalizando 46,8 pontos. O empresário industrial mato-grossense também indica falta de confiança quanto às exportações para o próximo semestre ao ficar abaixo da linha divisória, com 47,5 pontos.

 

“Apesar da diminuição de 0,5 pontos no índice de exportação geral, a pequena empresa mostrou um aumento de 5,8 pontos, chegando a 45,8 pontos em setembro. No longo prazo, isso indica um aumento de 13,7 pontos comparado a setembro de 2016”, conclui o estudo.